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Arquivo mensal: julho 2010

Ensinamentos das MÃES DE ANTIGAMENTE


Pra lembrar, e rir.
Coisas que nossas mães diziam e faziam…

Era uma forma, hoje condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente e por isso não saímos seqüestrando a namorada, calculando a morte dos pais, ajudando bandido a sequestrar a mãe, não nos aproveitamos dos outros, não pegamos o que não é nosso, nem matando os outros por ai, entre tantas outras barbaridades que presenciamos.

Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO…
“ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!”

Minha mãe me ensinou a RETIDÃO…
“EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!”

Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS…
“SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!”

Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA…
“PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?”

Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO…
“CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VOCÊ CHORAR!”

Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO…
” FECHA A BOCA E COME!”

Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO…
“ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!”

Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA…
“CALMA!… QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ…”

Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS…
“OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!”

Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO…
“SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!”

Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL…
“SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!”

Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA…
“VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!”

Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES…
“TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?”

Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE…
“QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER.”

Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA…
“UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRÁ VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!”

Minha mãe me ensinou RELIGIÃO…
“MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!”

Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ…
“SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!”

Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO…
“OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!”

Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO…
“VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!”

Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOGO…
“NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?”

Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO…
“EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!”

Minha mãe me ensinou a ESCUTAR …
“SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!”

Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS…
“SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!…”

Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA…
“JUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!”

Minha mãe me ensinou os NÚMEROS…
“VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!”

Se o caminho não é repreender, qual será o futuro daqui há poucos anos?

A verdade é que ninguém sabe mais o que fazer, “ou não não querem nem saber”, o que é preciso ser feito para que um dia volte as raízes de berço, onde os pais amavam seus filhos e os filhos amavam seus pais e ambos respeitavam.

 
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Publicado por em julho 22, 2010 em Reflexão

 

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Quando amei de verdade…


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!

Charlie Chaplin

Amar de verdade é olhar para si mesmo e se enchergar grande, capaz apesar se suas limitações e imperfeições.

 
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Publicado por em julho 2, 2010 em Para Praticar, Reflexão

 

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As três peneiras


Um rapaz procurou Sócrates e lhe disse que precisava contar algo sobre alguém. Sócrates, então, tirou os olhos de um livro que lia e perguntou:

– O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?

– Três peneiras?

– Sim.

A primeira é a verdade. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer por ai mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve passar então pela segunda peneira: a bondade. O que vai contar é coisa boa? Ajuda construir ou destruir o caminho ou a fama do próximo? Se o que você deseja contar é verdade, é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a necessidade. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode ajudar o planeta?

E arremata Sócrates:

– Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão temos que nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos e colegas do planeta. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.

Não faça aos outros o que você não deseja a você.

 
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Publicado por em julho 2, 2010 em Para Praticar, Reflexão