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Ensinamentos das MÃES DE ANTIGAMENTE


Pra lembrar, e rir.
Coisas que nossas mães diziam e faziam…

Era uma forma, hoje condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente e por isso não saímos seqüestrando a namorada, calculando a morte dos pais, ajudando bandido a sequestrar a mãe, não nos aproveitamos dos outros, não pegamos o que não é nosso, nem matando os outros por ai, entre tantas outras barbaridades que presenciamos.

Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO…
“ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!”

Minha mãe me ensinou a RETIDÃO…
“EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!”

Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS…
“SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!”

Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA…
“PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?”

Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO…
“CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VOCÊ CHORAR!”

Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO…
” FECHA A BOCA E COME!”

Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO…
“ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!”

Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA…
“CALMA!… QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ…”

Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS…
“OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!”

Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO…
“SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!”

Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL…
“SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!”

Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA…
“VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!”

Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES…
“TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?”

Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE…
“QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER.”

Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA…
“UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRÁ VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!”

Minha mãe me ensinou RELIGIÃO…
“MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!”

Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ…
“SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!”

Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO…
“OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!”

Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO…
“VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!”

Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOGO…
“NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?”

Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO…
“EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!”

Minha mãe me ensinou a ESCUTAR …
“SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!”

Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS…
“SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!…”

Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA…
“JUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!”

Minha mãe me ensinou os NÚMEROS…
“VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!”

Se o caminho não é repreender, qual será o futuro daqui há poucos anos?

A verdade é que ninguém sabe mais o que fazer, “ou não não querem nem saber”, o que é preciso ser feito para que um dia volte as raízes de berço, onde os pais amavam seus filhos e os filhos amavam seus pais e ambos respeitavam.

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Publicado por em julho 22, 2010 em Reflexão

 

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Quando amei de verdade…


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!

Charlie Chaplin

Amar de verdade é olhar para si mesmo e se enchergar grande, capaz apesar se suas limitações e imperfeições.

 
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Publicado por em julho 2, 2010 em Para Praticar, Reflexão

 

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As três peneiras


Um rapaz procurou Sócrates e lhe disse que precisava contar algo sobre alguém. Sócrates, então, tirou os olhos de um livro que lia e perguntou:

– O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?

– Três peneiras?

– Sim.

A primeira é a verdade. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer por ai mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve passar então pela segunda peneira: a bondade. O que vai contar é coisa boa? Ajuda construir ou destruir o caminho ou a fama do próximo? Se o que você deseja contar é verdade, é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a necessidade. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode ajudar o planeta?

E arremata Sócrates:

– Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão temos que nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos e colegas do planeta. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.

Não faça aos outros o que você não deseja a você.

 
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Publicado por em julho 2, 2010 em Para Praticar, Reflexão

 

Você tem dado atenção para as pessoas que precisam de você???


Na agitação e correria da vida, deixamos passar por despercebidos um sorriso, um olhar, um elogio, um gesto de amor.

Muitas vezes somos  alto-suficientes demais e nos consideramos fortes e insensiveis o suficiente para achar que não precisamos de ninguém.

Não são apenas seus filhos que precisam de você. Você também precisa deles. Não são apenas seus amigos que precisam de você. Você também precisa deles. E o mais importante, não são apenas seus familiares (pai, mãe, irmãos, avós, primos, sobrinho…) que precisam de você. E desses, pode ter a certeza, você precisa muito mais do todos.

Para começar você tem de recriar o seu mundo todos os dias e observar as pequenas coisas que acontecem ao seu redor.

Como diz a música: “a vida te ensina e você não tá nem ai. Só dá valor quando um parceiro seu cair… agora já era, não dá mais pra voltar.

Observe o vídeo e busque dentro de você as conclusões que seu coração lhe falar. O que o coração fala é a dívida de temos a liquidar.

Perca tempo com coisas que valem a pena: ame mais, sorria mais, abreçe mais, beije mais, olhe mais. O resto vem por acréscimo.

Bom dia e boa semana a todos.


 
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Publicado por em junho 15, 2010 em Para Praticar, Reflexão

 

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Seus atos e comportamentos servem de referência para os outros?


O seu exemplo de vida é um forte elemento na educação de muitas pessoas, principalmente das crianças, pois elas são como esponjas que absorvem tudo que se passa ao seu redor. Se colocadas em água suja, absorvem água suja. Se colocadas em água limpa, absorvem água limpa. As crianças tendem a repetir aquilo que os adultos fazem e, na maioria das vezes, nem nos damos conta de que certos assuntos ou comportamentos são abordados na presença dos pequenos.

Ainda há situações piores em que estimulamos as crianças a desenvolverem comportamentos incoerenetes e incompativeis com sua idade, muitos deles inadequados aos princípios sociais e humanos.

Obeserve a história abaixo e perceba como é importante nossa influência na vida das pessoas que nos cercam:

“A tigela de madeira”

Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de 4 anos de idade. As mãos do velhinho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes. A família comia reunida à mesa. Mas as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de se alimentar e ele sempre acabava por derrubar a comida.

Irritados com tal situação disse o filho a esposa: “Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai.” E ela: – “Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.” Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha e ainda lhe fizeram uma tigela de madeira para não mais quebrar os pratos. Ali, ele comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.

Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, muitas vezes o via com lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe dirigiam eram de reclamações ásperas quando ele deixava um talher ou alimento cair ao chão.

O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Numa noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando um pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança: – “O que você está fazendo?” O menino respondeu docemente:“Ah! Estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem quando eu crescer”. O garoto sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que estes ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.

Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente o conduziu à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias o senhor fez todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando o garfo caía, o leite derramava ou a toalha da mesa era suja.

Você está tendo comportamentos que sirvam de exemplo para os outros? Pense, reflita e responda a si mesmo.

 
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Publicado por em junho 4, 2010 em Reflexão

 

Você é um Amigo de Verdade


Quando uma pessoa se vê em dificuldades e pede por socorro, obviamente, deseja encontrar uma luz para sair do poço escuro e úmido no qual se encontra. Ela se sente como o último tomate de uma feira livre, e na condição em que está vivendo nem sempre tem forças para se livrar dos problemas por conta própria. Entretanto, por várias vezes, nós que precisávamos ser o amigo… http://bit.ly/cICCdT

By Dado Moura  – http://dadomoura.com

 
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Publicado por em maio 31, 2010 em Reflexão

 

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Cuidado com as suas reações


É natural do ser humano reagir de maneira impulsiva em determinadas situações, principalmente quando esperam uma resposta ou atitude diferente da que esperava.

Em muitas dessas ocasiões acabamos por não perceber que esta resposta ou atitude foi a melhor que o outro tinha a nos oferecer, seja pra ajudar, para agradar, para amparar.

Na vida, queremos que tudo seja feito conforme a nossa vontade, conforme a nossa capacidade, naquele momento, mas infelizmente, muitos não tem pra nos dar o que queremos receber e acabamos por frustrar-nos e magoar quem tentou fazer algo para nos alegrar.

Muitas vezes nos sentimos mal por reagir de tal modo. Outras, nem percebemos que agimos de modo a ponto de ferir ou magoar o próximo.

Te proponho a voltar-se para dentre de si e analisar como você tem valorizado as coisas que as pessoas tem feito para você e como você tem retribuído a estes atos.

Preste atenção nas figuras abaixo, é apenas um exemplo, mas talvez seja para nós o mais claro e o mais importante.

 
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Publicado por em maio 25, 2010 em Reflexão

 

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