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O Laço e o Abraço


Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço… uma fita dando voltas.

Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.

E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?

Vai escorregando… devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.

Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.

E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.

Ah! Então, é assim o amor, a amizade.

Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.  Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.

E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços. E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.

Então o amor e a amizade são isso…
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!

Maria Beatriz Marinho dos Anjos

 
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Publicado por em setembro 2, 2010 em Reflexão

 

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Ele(a) não é pesado(a), é meu irmão(ã)


Não sei ao certo de onde vem essa história, mas pelo contexto que ela expressa isso não faz muita diferença. O que importa é o exemplo que ela nos dá frente a tantas dificuldades sem propósito que enfrantamos em nossa vida fazendo de pequenas situações verdadeiros obstáculos. Espero que essa mensagem te ajude a dar valor às pequenas coisas e situações que no atropelamento do dia-a-dia deixamos passar despercebidos e que um dia a vida pode nos cobrar satisfações.

A história

A história conta que certa noite, em uma forte nevasca, na sede da entidade “Missão dos Órfãos” em Washington, EUA, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta. Ao abri-la ele se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto, o frio e a miséria deles comoveram o padre.

O sacerdote mandou-os entrar e falou: – Ele deve ser muito pesado.

E o menino exclamou: – Ele não é pesado, é meu irmão.

A verdade é que eles nem eram irmãos de sangue, mas irmãos de rua.

O fardo do mundo é pesado, mas meu irmão não é pesado. Os problemas são pesados, mas meu irmão não é pesado. Crises e questões de trabalho são pesados. A ingratidão de um colega é pesada.  A falta de vaga nos hospitais é pesada. Crianças e famílias tendo que buscar alimento e sustento nos lixões são pesados. A corrupção e a violência são pesadas. A indiferença entre as pessoas é pesada. A falta de amor e de Deus na vida das pessoas são pesadas, mas meu irmão não é pesado.

O que nos falta para ver a mudança que queremos ver no mundo é voltar a se preocupar uns com os outros, ser caridosos, solidários e começar a fazer a nossa parte mudando nossa concepção desse mundo globalizado, deixar de sermos egoítas e passar a pensar um pouco mais naqueles que necessitam do nosso cuidado e da nossa atenção.

Um pouco de afeto e de carinho não faz mal, não rouba seu tempo e traz um benefício enorme ao coração.

Eu te convido a experimentar fazer este ato de amor ao próximo.

Coragem. Não tenha vergonha, pois vergonha é não contrubuir para o bem estar e social do mundo que você tanto sonha.

 
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Publicado por em agosto 11, 2010 em Para Praticar, Reflexão

 

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